Segundo a assessora de Modernização e Gestão Estratégica do tribunal, Kleyce Oliveira Silva, os requisitos para a escolha dos estudantes foram apresentar nível médio completo e ter o domínio da linguagem de libras. Além disso, a tarefa exige um alto grau de concentração, qualidade que esses jovens certamente apresentam.
A mediação da contratação foi o Centro de Treinamento e Formação do Estudante (Cetefe) e os jovens já foram apresentados às regras de convivência e ao processo de digitalização de documentos. O contrato terá validade de 12 meses, podendo ser prorrogado por mais um ano.
Para Kátia Pereira Bessa, da Secretária de Gestão de Pessoas (SGP), esse trabalho pode até parecer simples, mas é de grande importância para o Tribunal. “É uma grande satisfação tê-los conosco para o desenvolvimento da cidadania brasileira”, assinala.
Com o processo de digitalização haverá uma expressiva economia de espaço, dinheiro e tempo com o transporte dos autos. E, principalmente, vai agilizar os trabalhos na Corte e fazer com que a decisão judicial chegue mais rápido ao cidadão. Com a tramitação virtual, o processo é automaticamente distribuído ao gabinete do ministro pelo sistema, sem a necessidade do trânsito físico de papel.
Fonte: Superior Tribunal de Justiça – O Tribunal da Cidadania