Acessibilidade: caminhos da inclusão pela arte

Durante muito tempo o bailarino Elielson Almeida da Silva teve que lidar com o preconceito. “Além de cadeirante, eu tinha que ouvir dos meus amigos que balé era coisa de gay”, relembra. Era início dos anos 2000, e ele entrava no mundo da dança por meio de oficinas voltadas à formação de dançarinos com necessidades especiais, realizadas no Instituto de Artes do Pará (IAP). Dos 30 alunos que fizeram parte da turma inicial, 14 foram selecionados para integrar a companhia de dança Roda Pará.

Vontade e técnicas profissionais mostram histórias de superação

Na dificuldade humana eis que surge, de várias formas, a esperança. No atletismo para cegos, ela transforma-se numa corda que une dois pulsos: o do atleta e do treinador, agora, seu fiel companheiro. É na percepção dessa corda que o ritmo é ditado, o som dos pés marca o ritmo das passadas e o caminho, então, iluminado. Na natação, a escuridão é vencida pelo toque das mãos do professor, que ensina os futuros movimentos aquáticos.

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