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09/10/2026

Santa Margarida Maria Alacoque

<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”>Santa Margarida Maria Alacoque nasceu uma família rica da Borgonha, 22 de julho de 1647. Seus pais eram católicos fervorosos, mas não o suficiente para permitir que uma de suas filhas se tornasse freira. No entanto, aos cinco anos, Margarida consagrou-se ao Senhor com um voto de castidade. Aos 24 anos, vencendo a resistência dos pais, pôde entrar na Ordem da Visitação fundada por São Francisco de Sales.</span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><b>Zombada pelas irmãs</b></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”>Margarida, ao fazer seus votos, acrescentou o nome de Maria por causa das visões que tinha. No entanto, rumores estão circulando, e muitas das freiras e suas superiores não acreditam nela ou até mesmo zombam dela, sugerindo que ela está doente ou louca. Entre as Visitandinas, porém, permanecerá por mais de vinte anos experimentando graças extraordinárias, mas também enormes penitências e mortificações que sempre enfrentará com um sorriso.</span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><b>Um bom diretor espiritual</b></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”>Caberá ao seu pai espiritual, o jesuíta Claude de la Colombière, reconhecer nela o carisma dos santos. Ele ordenar-lhe que relate suas experiências místicas no que será sua autobiografia, que chegou até nós. A princípio, ela resiste, depois, por obediência, ela concorda. Enquanto escrevia, continuava convencida de que estava fazendo isso apenas para si mesma, não percebeu o valor do que seria contando naquelas páginas.</span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”>”Meu coração se expandirá para espalhar abundantemente os frutos de seu amor sobre aqueles que me honram.” (Santa Margarida Maria Alacoque)</span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><b>O Sagrado Coração de Jesus</b></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”>A partir de 1673, Santa Margarida Maria Alacoque começou a receber visitas de Jesus que lhe pedia uma devoção particular ao Seu Sagrado Coração, que lhe aparecia “radiante como um sol, com uma chaga adorável, rodeada de espinhos e encimado por uma cruz, deitado sobre uma trono de espinhos”. De sua história,ergirá a iconografia que conhecemos hoje. Pelo seupenho à instituição da festa litúrgica do Sagrado Coração de Jesus, marcada para o oitavo dia depois do Corpus Christi, a freira também recebe uma grande promessa de Jesus: quem comungasse por nove meses consecutivos, na primeira sexta-feira do mês, receberia o dom da penitência final, ou seja, morrer recebendo os sacramentos e sem pecado. Jesus também pede que ela apele ao rei da França Luís XIV para consagrar o país ao Sagrado Coração, mas a santa não obtém resposta do soberano.</span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><b>Páscoa</b></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”>Jesus aparece a Santa Margarida Maria Alacoque por 17 anos, até o dia de sua morte, quando voltará a tomá-la pela mão. Ele a chama de “discípula amada”, comunica-lhe os segredos de seu coração e a torna participante da ciência do amor. Margarida Maria faleceu 17 de outubro de 1690; graças a ela, no bairro de Montmartre, Paris, entre 1875 e 1914, foi construído um santuário dedicado ao Sacre Coeur, consagrado 1919. Beatificada por Pio IX, 1864, foi canonizada por Bento XV 1920.</span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><b>Minha oração</b></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><i>”Assim como encontraste o coração de Jesus tuas orações, dai a nós o mesmo privilégio e união com Ele, o mesmo amor que tivestes ao nosso redentor. Nesse Coração Santo, encontremos misericórdia e virtudes para nós, expiação dos pecados para os afastados de Deus. Amém!”</i></span></p>
<h3 style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><b>Santa Margarida Maria Alacoque, rogai por nós!</b></span></h3>
<h3 style=”text-align: center;”><span style=”font-size: 14pt;”><b>Outros santos e beatos celebrados 16 de outubro</b></span></h3>
<h2 style=”text-align: center;”><span style=”font-size: 14pt;”><a href=”https://www.liturgia.pt/martirologio/elogio.php?data=2024-10-23#” target=”_blank” rel=”noopener”><span class=”seculo”>Martirológio Romano</span></a></span><br />
<span class=”byline” style=”font-size: 14pt;”>Secretariado Nacional de Liturgia</span></h2>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”>Santa<strong>Edviges</strong>, religiosa, natural da Baviera e duquesa da Silésia, que se dedicou generosamente ao auxílio dos pobres, para os quais fundou vários albergues e, depois da morte do seu esposo, o duque Henrique, se retirou num mosteiro de monjas cistercienses que ela própria tinha fundado e de que era abadessa sua filha Gertrudes, onde passou activamente o resto dos seus dias. Morreu Trebnitz, na Polónia, no dia quinze de Outubro.<span class=”seculo”>(† 1243)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”>Santa<strong>Margarida Maria Alacoque</strong>, virgem, monja da Ordem da Visitação da Virgem Maria, que progrediu de modo admirável no caminho da perfeição; enriquecida com graças místicas e ardentemente devota do Sagrado Coração de Jesus, trabalhou muito para propagar o seu culto na Igreja. Morreu Paray-le-Monial, na região de Autun, na França, no dia dezassete de Outubro.<span class=”seculo”>(† 1690)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>3.</strong> Em Jerusalém, a comemoração de São<strong>Longinos</strong>, venerado como o soldado que abriu com a lança o lado do Senhor pregado na cruz.</span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>4.</strong> Na região de Toul, na Gália, hoje na França, Santo<strong>Elífio</strong>, que é venerado como mártir.<span class=”seculo”>(† s. IV)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>5.</strong> Comemoração dos santos<strong>Martiniano</strong>e<strong>Saturiano</strong>, mártires na África Setentrional,<strong>com dois irmãos seus</strong>, que, durante a perseguição dos Vândalos no tempo do rei ariano Genserico, eram escravos de um vândalo e tinham sido convertidos à fé de Cristo por Santa<strong>Máxima</strong>, virgem, sua companheira de escravidão. Pela sua constância na fé católica, foram fustigados e feridos até aos ossos com varas nodosas e depois enviados para o desterro dos mouros exilados, onde foram condenados à morte por terem convertido alguns deles à fé de Cristo. Quanto a Santa Máxima, liberta depois de superar muitas tribulações, morreu paz num mosteiro, como mãe de muitas virgens.<span class=”seculo”>(† s. V)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>6.</strong> No território de Limoges, na Aquitânia, actualmente na França, os santos<strong>Amando</strong>e seu discípulo São<strong>Juniano</strong>, eremitas.<span class=”seculo”>(† s. VI)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>7.</strong> Perto de Arbon, na Germânia, actualmente na Suíça, São<strong>Galo</strong>, presbítero e monge, que, foi recebido ainda adolescente por São Columbano no mosteiro de Bangor, na Irlanda, propagou diligentemente o Evangelho nesta região e ensinou aos seus irmãos a disciplina monástica. Descansou no Senhor quase centenário.<span class=”seculo”>(† 645)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>8*.</strong> Em Noyon, na Nêustria, hoje na França, São<strong>Mumolino</strong>, bispo, que, sendo monge, ajudou Santo Audomaro na missão evangelizadora e depois sucedeu a Santo Elígio na sede episcopal.<span class=”seculo”>(† c. 680)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>9.</strong> No mosteiro de Heresfeld, na Francónia da Germânia, na hodierna Alemanha, São<strong>Lulo</strong>, bispo de Mogúncia, que, sendo companheiro e colaborador de São Bonifácio na obra da evangelização, foi por ele ordenado bispo, para que fosse um mestre para os presbíteros, um doutor da Regra para os monges, um pregador fiel e pastor para o povo cristão.<span class=”seculo”>(† 786)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>10*.</strong> No território de Retz, perto de Nantes, na Bretanha Menor, hoje na França, São<strong>Vital</strong>, eremita.<span class=”seculo”>(† s. VIII)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>11*.</strong> No território de Mirepoix, junto aos Pireneus, na Gália, também na hodierna França, São<strong>Gauderico</strong>, agricultor, insigne pela sua devoção à Mãe de Deus.<span class=”seculo”>(† c. 900)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>12*.</strong> Em Brioude, na região dos Arvenos, na Aquitânia, actualmente também na França, Santa<strong>Bonita</strong>, virgem.<span class=”seculo”>(† s. IX/XI)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>13*.</strong> Em Pamiers, junto aos Pireneus, também na França, Santo<strong>Anastásio</strong>, monge, que, natural de Veneza, abraçou a vida eremítica na ilha de Tombelaine, perto de Mont-Saint-Michel, depois a vida monástica Cluny, finalmente a vida na solidão durante os últimos anos da sua vida.<span class=”seculo”>(† c. 1085)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>14.</strong> Em Cominges, também junto aos Pireneus, na França, São<strong>Beltrão</strong>, bispo, que, por indicação do papa São Gregório VII, trabalhou arduamente para a reforma da Igreja, reconstruiu a sua cidade abandonada e ruínas e edificou junto à catedral um claustro e um cabido de Cónegos Regrantes segundo a Regra de Santo Agostinho.<span class=”seculo”>(† c. 1123)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>15*.</strong> No mosteiro de Igny, na região de Reims, igualmente na França, o passamento do Beato<strong>Gerardo</strong><strong>de</strong><strong>Claraval</strong>, abade, que foi assassinado por um iníquo monge durante uma visita a este cenóbio.<span class=”seculo”>(† 1177)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>16*.</strong> Em Materdómini, na Campânia, São<strong>Gerardo</strong><strong>Majella</strong>, religioso da Congregação do Santíssimo Redentor, que, arrebatado pelo amor de Deus, abraçou um género de vida rigorosíssimo e, exuberante de zelo por Deus e pelas almas, ainda jovem descansou piedosamente no Senhor.<span class=”seculo”>(† 1755)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>17♦.</strong>Em Madrid, na Espanha, os Beato<strong>Jesus Villaverde Andrés</strong>, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir, que, na mesma perseguição religiosa, perseverou na fé Cristo até à morte.<span class=”seculo”>(† 1936)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>18*.</strong> Perto de Cracóvia, na Polónia, no campo de concentração de Auschwitz, os beatos<strong>Aniceto</strong><strong>Koplinski</strong>, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, e<strong>José</strong><strong>Jankowski</strong>, da Sociedade do Apostolado Católico, presbíteros e mártires, que, durante a ocupação militar da sua pátria por sequazes de uma nefanda doutrina hostil aos homens e à fé cristã, deram testemunho da sua fé Cristo até à morte, um na câmara de gás, o outro assassinado pelos guardas do campo.<span class=”seculo”>(† 1941)</span></span></p>
<p style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 12pt;”><strong>19♦.</strong> Em Ramapuram, localidade de Palai, na Índia, o Beato<strong>Agostinho Thevarparampil</strong>”Kunjachan”, presbítero.<span class=”seculo”>(† 1973)</span></span></p>

Data

out 16 - 17 2031

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