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Serviços médicos e cursos profissionalizantes são oferecidos. 300 vagas de emprego estão disponíveis para deficientes, aponta Ciic.

A Associação Paraense de Pessoas com Deficiência atende a mais de 33 mil cadastrados em todo estado. Fundada há 30 anos, a APPD oferece diversos serviços voltados para ao estímulo da autonomia da pessoa portadora de necessidades especiais. “O primeiro objetivo é trabalhar a estima da pessoa com deficiência. Com a estima elevada, é possível superar as dificuldades que a sociedade nos impõe, fruto do preconceito”, diz Ney Sousa, presidente da associação.

 

Além de reuniões que discutem a superação da deficiência, realizadas sempre aos sábados pela manhã, a APPD oferece atendimento médico de clínico geral, oftalmologia e odontologia. Cursos profissionalizantes e formação musical também estão entre os serviços oferecidos. “São vários esforços para que a pessoa melhore sua estima e se torne agente de sua própria história”, afirma Sousa. “Todas as pessoas que nascem com deficiência ou se tornem deficientes podem nos procurar, para que possam ingressar ou retornar a vida social ativa e produtiva”, convida o presidente.

 

Formação musical alia recuperação física e psicológica

Com a intenção de socializar através da arte, a APPD oferece aulas de música em parceria com a Fundação Carlos Gomes. O espaço oferta vagas para aulas de flauta doce, violão, canto coral, cavaquinho, teclado e percussão corporal. “É uma troca de conhecimento musical e de aprendizado de vida. É uma terapia, e também uma fisioterapia, de pessoas que tinham movimentos atrofiados, prejudicados, e melhoraram tocando um instrumento”, diz Judson brito, professor de música da ADDP. “Há até alunos que passam a pensar na música como carreira. Alunos do canto coral que já começaram a se apresentar fora”, comemora.
Mercado de trabalho oferta 300 vagas para pessoas com deficiência

De acordo com dados do Centro Integrado de Inclusão e Cidadania (Ciic), estão disponíveis 302 vagas para pessoas portadoras de necessidades especiais. O comércio é o setor que mais absorve a mão-de-obra. “Mas a busca é por pessoas com deficiência leve. Cegos e portadores de Síndrome de Down enfrentam muitas dificuldades para conseguir um emprego”, alerta Agostinho Monteiro, coordenador do Ciic. “A sociedade tem que entender que a pessoa com deficiência tem potencial. Ela não pode ser segregada. Precisa haver essa conscientização do mercado de trabalho”, destaca.

Este ano, 1.500 pessoas com deficiência foram atendidas pelo Ciic. 170 delas já estão empregadas. Para os interessados em pleitear uma vaga, basta se dirigir ao Ciic, localizado na Av. Almirante Barroso, 1765 (entre Barão do Triunfo e Angustura), e apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência. “Caso a pessoa não tiver laudo médico, nós mesmos oferecemos porque temos peritos para avliar os casos”, diz o coordenador.

Fonte: G1

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