1. Francisco-Kiko
  2. O deficiente e o trabalho
  3. Sábado, Agosto 08 2009, 04:24 AM
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CARTA DE SÃO PAULO EM APOIO À LEI DE COTAS
Considerando o aniversário da Lei de Cotas, assim conhecida a Lei 8213, de 24 de julho de 1991, que neste dia 24 de julho de 2009 completa 18 anos, maioridade que se afirma na efetiva inserção profissional de pessoas com deficiência;
considerando que o Estado de São Paulo lidera o ranking dos estados que se empenham no cumprimento desta importante Lei, resultando em aproximadamente 40% do total de pessoas com deficiência inseridas em empresas de grande porte;
considerando que a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada como emenda constitucional pelo Decreto Legislativo 186/08, destaca em seu artigo 27 o direito ao trabalho e exalta a capacidade da pessoa, relegando a âmbito secundário sua deficiência, reiterando sua autonomia e independência como condição imprescindível para a inclusão social das pessoas com deficiência;
considerando que a cultura empresarial apresenta necessidade premente de mudanças a fim de que a diversidade seja um componente natural e corriqueiro no quadro de colaboradores de toda empresa pública e privada;
considerando que o trabalho é o caminho seguro para a dignidade e ampla participação das pessoas com deficiência na sociedade e esta lei, em seu princípio de equidade, é instrumento eficaz de combate ao preconceito e discriminação;
servimo-nos desta Carta para expressar nosso total apoio à acentuada relevância da Lei de Cotas para a Empregabilidade das Pessoas com Deficiência, segmento que representa 14,5% da população brasileira, equivalendo a 24,6 milhões de pessoas, segundo o Censo 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas - IBGE. http://www.deficiente.com/media/kunena/attachments/legacy//images/LOGO.jpg
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Allison, obrigado pela resposta, mas existe alguma forma de fiscalizarmos esses 5% da ativa? Digo isso porque na fui aprovado em um concurso com cadastro de reserva em 2007 e até agora 5 pessoas com deficiência foram chamadas. Como saber se o órgão público realmente está com 5% do seu quadro funcional ocupado com pessoas com deficiência. Quanto aos 5% destinados nos concursos, tudo bem, mas será que a lei que as empresas privadas são ou deveriam cumprir estão sendo cumpridas pelos órgãos públicos que as criou.
Desde já, lhe agradeço.
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andrelrm escreveu:
Muito tem se falado em Lei que torna obrigatória a contratação de pessoas portadoras de deficiência física como forma de inclusão social (Lei 8.213/91). No que diz respeito a serviço público, a lei só garante que os aprovados em concurso público tenham direito a 5% das vagas a serem preenchidas (Lei 8.112/90).
Por que a lei, quando se trata de empresas privadas diz que tem que ter 5% do quadro funcional e no caso de “dar o exemplo” não exige que também o quadro de funcionários públicos também tenha os mesmos 5%?
Gostaria de sugerir que esse percentual também fosse respeitado pelos órgãos públicos e que as pessoas aprovadas em concurso público pudessem ser aproveitadas até que este percentual fosse alcançado.
No Brasil o número de deficientes gira em torno de 15% da população, e grade parte deste universo, não tem as mínimas condições e oportunidades e um número muito reduzido tem alguma chance de ser aprovado em concurso público, nada mais justo do que dar a esses vencedores a oportunidade de se tornar um funcionário público.


Olá andrelrm, boa tarde!
Até onde sei, a lei 8.112/90 prevê até 20% de reserva para o concurso público, já com relação a quantidade na ativa, existe uma má interpretação da lei, pois já pesquisei sobre isso e o correto é estar na ativa 5% e não 5% dos aprovados em cada concurso, pois sendo interpretada dessa forma poderá haver deficientes sobrando no serviço público ou faltando.

Abs a todos!

Alisson!
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Muito tem se falado em Lei que torna obrigatória a contratação de pessoas portadoras de deficiência física como forma de inclusão social (Lei 8.213/91). No que diz respeito a serviço público, a lei só garante que os aprovados em concurso público tenham direito a 5% das vagas a serem preenchidas (Lei 8.112/90).
Por que a lei, quando se trata de empresas privadas diz que tem que ter 5% do quadro funcional e no caso de “dar o exemplo” não exige que também o quadro de funcionários públicos também tenha os mesmos 5%?
Gostaria de sugerir que esse percentual também fosse respeitado pelos órgãos públicos e que as pessoas aprovadas em concurso público pudessem ser aproveitadas até que este percentual fosse alcançado.
No Brasil o número de deficientes gira em torno de 15% da população, e grade parte deste universo, não tem as mínimas condições e oportunidades e um número muito reduzido tem alguma chance de ser aprovado em concurso público, nada mais justo do que dar a esses vencedores a oportunidade de se tornar um funcionário público.
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Responsabilidade Social
Conferência reuniu as principias empresas do continente, para debater a importância da integração e do desenvolvimento de responsabilidades sociais



A Indra, uma das principias multinacionais de tecnologia da informação da Europa e América Latina, teve uma ativa participação na VII Conferência Interamericana sobre Responsabilidade Social Empresarial, realizada recentemente na cidade de Punta del Este, Uruguai.

O evento, que foi organizado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, a Presidência da República do Uruguai e DERES, contou com a presença das principais empresas de todo o continente e do Ministro de Economia do Uruguai, Álvaro García.

Dentro da participação da Indra na conferência, Hans Nieto, diretor de comunicações e Responsabilidade Corporativa da multinacional para a América Latina, proferiu a palestra "Inclusão Social através da Inovação", na qual enfatizou o papel que devem ter as companhias de TI na diminuição do fosso digital através do desenvolvimento de soluções que permitam a grupos, como de deficientes ou idosos, acessarem as novas tecnologias.

A inovação é a base do negócio da Indra, o foco de sua sustentabilidade como companhia e a chave da diferenciação de sua oferta de soluções e serviços. É o fio condutor da Responsabilidade Corporativa da companhia, porque este valor é o que melhor descreve sua filosofia, cultura e trajetória corporativa e contribui para a criação de riqueza e ao desenvolvimento sustentável em seu triplo sentido: econômico, social e meio-ambiental.

Atualmente a Indra é a empresa líder do setor em investimento em P&D na União Européia, tendo aplicado mais de 166 milhões de euros em 2008, sendo a segunda empresa espanhola que mais investiu em P&D no mesmo período.

Esta conferência anual, criada em 2002, é um dos encontros continentais mais relevantes para a exposição e debate de idéias relacionadas à inovação e a Responsabilidade Corporativa. Ano a ano vão ao Uruguai os principais executivos de empresas e fundações multinacionais, além de altos funcionários do governo, organizações da sociedade civil e representantes de organismos multilaterais para seguir avançando nesta área.

Indra na América Latina
A Indra conta na América Latina com mais de 5.000 profissionais e está presente na maioria dos países da região, desde o México, passando pela América Central e o Caribe, até América do Sul, área que inclui importantes mercados como Colômbia, Brasil, Argentina ou Chile.

Em 2008, a Indra alcançou vendas na região de 238 milhões de euros, valor que representa 10% das vendas totais da companhia. A multinacional possui na América Latina uma forte presença nos setores de finanças & Seguros, utilities & energia, defesa, transporte & tráfego, administração pública & saúde, indústria & consumo, e telecomunicações. Além disso, tem se consolidado como uma das principais empresas de consultoria e implementação de SAP na região.

Grande parte do espaço aéreo latino-americano é controlado por sistemas da Indra; e numerosos países contam com modernos sistemas de ticketing desenvolvidos pela companhia nos metrôs de suas principais cidades, como Santiago e Valparaíso no Chile, Cidade do México e Medellín na Colômbia, ou com seus sistemas de gestão de tráfego terrestre e pedágio em importantes corredores urbanos em Santiago do Chile e Cidade do México.

Sobre a Indra
A Indra é uma das principias multinacionais de Tecnologias da Informação da Europa e América Latina. É a segunda companhia européia por capitalização em bolsa de seu setor e também a segunda empresa espanhola que mais investe em P&D. Em 2008 suas vendas alcançaram os 2,38 bilhões de euros. Conta com mais de 29.000 profissionais e com clientes em mais de 100 países.

Att:
Francisco-Kiko http://www.deficiente.com/media/kunena/attachments/legacy/images/SIM.jpg
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Quem fiscaliza é o ministério do trabalho e hoje estamos cobrando de nossos vereadores uma interverção e com isso em nossa cidade ter um foco maior a respeito da fiscalização,ok?
Qualquer novidade a mais passarei.
Abç
Francisco-Kiko
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hyuji Aceitar RespostaPending Moderation
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A lei de cotas é obrigatória, mas se as empresas que não cumprem a lei não forem punidas de alguma forma, nunca teremos o pleno respeito da mesma. Posso estar enganado nunca ouvi falar que alguma empresa foi fiscalizada ou multada por não cumprir esta cota.
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Vejo o site do trabalho e meu acesso é limitado e não consigo acessar a sessão de empregos e este foi criado para informar e discutir tbm,ok?
Agradeço a observação e espero uma contrubuição neste tópico.
Grande abraço e obrigado
Francisco-Kiko
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"De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, duas a cd três vagas que deveriam ser ocupadas por PcD, não estam preenchidas"
Empreas acima de 100 funcionáros devem destinar um % de de vagas pré-determinada ao PcD ou reabilitados pela Previdência Social de acordo com uma tabela progressiva.
até 200 funcionários = 2%
201 a 500 funcionários = 3%
501 a 1000 fincionários = 4%
mais de 1000 funcionários = 5%
toda empresa independente de numero de funcionáios pode contratar PcD, deque a atividade seja compatível com a sua capacidade.
Por falta de conhecimento algumas empresas, existe resistência para contratação.
O SERASA criou em 2001 o processo SERASA de Empregabilidade de Pessoas com Deficiência.
Já foram foramdos mais de 7 turma de 12 alunos e duração de 8 meses.
Há uma avaliação dentro do critério do programa:
Ser maior de 16 anos;
Crusar o ensino médio;
Ter boa auto estima;
Independência e potencial de desenvolvimento profissional.
João batista Cintra Ribas (PcD), a contratação desses profissionais é um investimento para empresa e não um gasto: "Temos em nossas turmas cadeirantes, cegos, surdos e pessoas com Sindrome de Dowm. Desque tenham força de vontade, estão preparados para receber treinamento específico dentro de sua deficiência e crescer profissionalmente, como qualquer outra pessoa", afirma.
Veja uma empresa perto d3e vc e mostre que vc pode surpreende-los com seu trabalho e explique sobre a lei e a obrigatoriedade...
Abç
Francisco-Kiko
fonte-ALSHOP notícias nº 152
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