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CULTURA DE ACESSIBILIDADE

acessibilidadeO artigo procura mostrar a necessidade progressiva de incluirmos todos: analfabetos, idosos, pessoas com baixa visão ou deficiência física, pessoas com doenças progressivas, surdos, gestantes acidentados em recuperação, estrangeiros, visitantes...
Enviado por: UADPD - Unidade de Atenção aos Direitos da Pessoa com Deficiência

 Construiremos a acessibilidade social de forma completa quando conseguirmos o trabalho conjunto de organizações internacionais (como a Organização Mundial da Saúde), dos governos nacionais, dos produtores de tecnologia, das pessoas que imaginam novos produtos (designers), das pessoas com deficiência, seus familiares e amigos, e suas organizações de classe (ONGs), mais a população inteira de forma crescente, todas as idades, todas as classes sociais.

Sonho grande.  Uma rampa de acesso na calçada, ou na entrada de um edifício é necessária para quem conduz um carrinho de bebê, para quem acompanha idoso com dificuldades de locomoção (andador ou bengala), ou alguém com a perna temporariamente engessada. Não é só para os cadeirantes.Um ponto de ônibus com informação visual clara, grande e atualizada ajuda idosos, pessoas vindas de outro país, além dos deficientes auditivos.

E se estes sinais forem acompanhados de informações sonoras ajudarão os deficientes visuais, os estrangeiros e viajantes,  além dos idosos.O transito muito bem sinalizado evitará  tantos acidentes  que enfrentamos hoje, mas será particularmente bem-vindo para deficientes visuais (letras  grandes),  viajantes não familiarizados, idosos, deficientes intelectuais (informações  em linguagem simples, clara).Quando edifícios e ruas forem mais acessíveis, aumentará a oportunidade de vida cívica, que significa acesso à educação e à saúde, além de participação do mercado de trabalho.A falta gera exclusão e dependência social.Desnecessárias, humilhantes muitas vezes.

O espaço interno dos edifícios  e futuramente de todas as casas, precisa de caminho interno acessível para todas as dependências, portas suficientemente largas, do conforto de banheiro adaptado ou já construído em concepção acessível. Válido para pessoas com dificuldades em mobilidade (deficientes ou não – de forma permanente ou temporária). Precisamos  nos edifícios de rotas de fuga seguras, facilmente compreendidas por todos (diferentes tipos de deficiência, idosos, analfabetos, estrangeiros), que possam rapidamente ser acessadas em situações de emergência.No transporte coletivo mais eficiência e menor custo,  para desafogar as ruas de tantos carros e acidentes decorrentes, com estações fisicamente acessíveis para todos. Isto inclui reorganização progressiva da malha de trens, ônibus e metrôs em cada cidade, buscando interligação e acesso inteligente das linhas principais até as menores.

“A democracia não corre, mas chega segura ao objetivo.” – Goethe.

Abraços inclusivos,

Elizabeth Fritzsons da Silva

Psicóloga  e Diretora da Unidade de Atenção aos Direitos da Pessoa com Deficiência

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