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O Século XXI marca um grande movimento de inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. De 2001 a 2005, aumentou o número de deficientes empregados no país. A cada dia, mais empresas buscam se enquadrar na chamada lei de cotas de número 8.213/91, para Deficientes, todas as empresas com mais de cem empregados são obrigadas a preencher uma parcela de seus cargos ou funções com pessoas com deficiência, nas seguintes proporções: de cem a 200 empregados com 2% do seu quadro de pessoal; de 201 a 500 com 3%; de 501 a mil com 4% e acima de 1.001 com 5%. As empresas que não cumprirem a determinação estão sujeitas a multas, que podem variar de R$ 1.195,13 a R$ 119.512,33.


Poucas vezes se viu tanto empenho na elaboração de projetos de ação, públicos e privados, ainda a serem inteiramente desenvolvidos, como nestes últimos anos. Nos debates e na elaboração dos projetos estiveram envolvidos empresários, economistas, professores universitários, consultores, educadores do ensino profissional, técnicos da Secretaria de Educação Especial e da Secretaria de Educação Média e Tecnológica do Ministério da Educação, médicos do trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, promotores do Ministério Público do Trabalho, representantes das Centrais Sindicais, profissionais do Ministério da Justiça, parlamentares, técnicos das instituições sem fins lucrativos e, são claro, portadores de deficiência.

Apesar da Lei de Acessibilidade já estar em vigor há muito tempo, muitos estabelecimentos comerciais, e mesmo públicos, desrespeitam as normas de adequação dos serviços de acesso a cadeirantes ou pessoas com dificuldade de locomoção. Além dos cadeirantes outros têm os seus direitos desrespeitados como é o caso dos idosos, pessoas que usam salto alto, portadores de muletas, portadores de deficiência física e todos os que têm mobilidade reduzidas de locomoção.

Em nosso mandato de vereador estamos sempre de olho nas questões que envolvem a população, e não podia deixar de lado a preocupação, tanto com o emprego, quanto a acessibilidade das pessoas com necessidade especial, o parlamentar solicitou em um de seus requerimentos, enviados para o executivo municipal, no intuito de amenizar e contribuir com uma qualidade de vida melhor, das pessoas com deficiência. Por isso foi pedido mais duas rampa de acesso a academia e a pista de Cooper do Lago Por do Sol, uma já foi construída, e as outras já está em fase de acabamento. O trabalho do vereador não fica por ai, já pensa em mais projetos que beneficia pessoas com deficiência de locomoção. Como a lei 8213/91, que ampara o deficiente físico, e inseri no mercado de trabalho, é preciso pensar em uma entidade que represente o deficiente, ou seja, uma associação, que cuida e defende os interesses dos mesmos.

 

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