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Em mais uma rodada de debates com os candidatos a deputado estadual no quadro Fala Candidato, o Jornal do Piauí colocou frente a frente Gerardo Evangelista (DEM), Rejane Dias (PT), Aléxis Leite (PSOL) e Valdeci Xisto (PTC) que discutiram sobre seus projetos sociais para o Estado.

No primeiro bloco do debate, o quarteto respondeu à pergunta do apresentador Amadeu Campos: “Caso seja eleito, o que o senhor fará para aumentar a inclusão social do Piauí?”


O democrata Evangelista respondeu que foi fundador do Seguro-Desemprego para os pescadores e quer um projeto semelhante para os lavradores que sofrem com a seca. A petista Rejane Dias diz que a inclusão social é uma causa abraçada por ela. “Trabalhei por um segmento que precisava ser visto pelas políticas públicas: as pessoas com deficiência”, diz. Aléxis Leite afirmou que seu partido, o PSOL, tem propostas de cidadania.


“Defendemos acabar com carros-pipas. O marido da dona Rejane tinha proposta de acabar com isso, mas continua do mesmo jeito”, diz. Valdeci Xisto (PTC), que é deficiente físico, afirmou que sofre os problemas contra os portadores de necessidades especiais na pele. “Cuidar da inclusão social é difícil”, declarou. 


O bloco seguinte foi reservado para que os candidatos fizessem perguntas entre si. Gerardo perguntou a Rejane Dias por que o governo do PT não acabou com o problema da seca do Piauí. Em resposta a candidata afirmou que o problema é secular “mas melhorou de forma significativa. Wellington Dias fez muito enquanto governador, a adutora do garrincho, as cisternas pelo governo lula tiraram muitas pessoas dessa situação deprimente”. Em seu comentário, o democrata afirmou que o Piauí é um estado rico e que não conseguiu se desenvolver ao longo dos anos como aconteceu com o vizinho Ceará.


Em seguida Rejane Dias perguntou a Aléxis Leite que o projeto o candidato do PSOL teria para acabar com as drogas. O socialista responde que só é possível acabar com as drogas com a organização do povo. “Criar programa não dá certo, não traz solução. A solução só virá com a organização do povo. Quero ajudar a organizar o povo para não permitir a privatização do que é público”, afirmou. A petista comentou que as “drogas são um problema sério e que precisa ser tratado como política de saúde pública”.


Ao invés de fazer uma pergunta, Aléxis pediu a Valdeci Xisto para dar um depoimento sobre o que achava das soluções do governo para pessoas portadoras de necessidades especiais. “É triste ver uma pessoa passar seis meses esperando atendimento. É uma humilhação os funcionários do SUS não querem visitar o doente que muitas vezes fica na rede, sem poder se mexer. Eles querem que os parentes levem o doente para os hospitais”, afirmou, agradecendo em seguida o trabalho feito por Rejane Dias, e x-secretária para Inclusão da Pessoa com Deficiência. Aléxis comentou que é filho de uma das fundadoras da Apae e que, em sua lógica, “sem pressão, o dinheiro público vai engordar o capitalista” e relembrou o caso envolvendo o governo do Estado e o grupo Claudino. “Eles vieram da mesma base e depois estavam brigando pelo dinheiro das estradas. Eles não são inimigos, vão se unir novamente”, assegurou Leite.


Xisto perguntou a Aléxis Leite “Porque a classe dos professores é tão massacrada?”. “Isso acontece porque eles não se organizam. Porque o governo se apropria dessa organizações. A CUT e o Sinte são governo e não fazem luta, quando deveriam estar cobrando os seus direitos”, afirmou o candidato do PSOL. “Caro Alex, sou fã da classe dos professores. Acho muito triste e vergonhoso quando um professor não ter casa para morar.Fico triste e envergonhado quando vejo o massacre desta classe”, pontuou.


Na última etapa, os candidatos tiveram um minuto para falar sobre o assunto que quisessem. Gerardo pediu à população para escolher novos candidatos. “A todos os eleitores que me conhecem, peço seu voto de confiança”, disse.  Rejane Dias afirmou que nos últimos anos a vida do piauiense melhorou muito. “Por isso defendemos a continuidade do projeto, porque precisamos aprofundar a s mudanças. Meu voto é pela inclusão”, declarou a petista. Aléxis Leite também falou sobre a necessidade de renovação na Assembleia. “A classe trabalhadora tem meu partido à disposição par tem a disposição de votar em outros nomes. Não quero trabalhar pra você, mas trabalhar junto com você”, garantiu. Já o candidato Valdeci Xisto também falou sobre a necessidade de renovação. “Há deputados com até 24 anos de mandato e não fizeram nada. É uma brincadeira, uma vergonha, é preciso renovação naquela Assembléia”, pontuou o candidato do PTC.


Carlos Lustosa Filho
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