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A Câmara Municipal de Manaus (CMM) promove na sexta-feira, (16),  no plenário Adriano Jorge, o 1º Seminário Municipal de Acessibilidade, que pretende discutir a construção de um formato de consciência para Cidadania.

O objetivo é dar visibilidade às dificuldades do dia a dia da população e elaborar mecanismos de garantias de direitos das pessoas com deficiência física, visual, auditiva, mental e o idoso na cidade. O evento conta com o apoio da Secretaria de Estado da Assistência Social e Cidadania (Seas).
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De acordo com a diretora da Escola do Legislativo da Câmara e coordenadora do encontro, Maria do Socorro Siqueira, a CMM é a primeira Casa Legislativa Municipal do Brasil a promover o seminário para discutir as questões de acessibilidade.

- O nosso presidente (vereador Luiz Alberto Carijó) é muito sensível à essa situação e interessado em construir uma nova política social para a inclusão de pessoas com deficiência, disse.

Segundo ela, o seminário vai reunir cerca de 60 entidades ligadas aos segmentos do deficiente físico, visual, auditivo, mental e a Terceira Idade.

- Todos nós queremos discutir alternativas pontuais de acessos e, também, inclusão de planos de acessibilidade dentro das futuras transformações que a cidade vai passar com as obras de infraestrutura para a Copa de 2014, informou.

Contribuição

A presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Cepade), Ana Cláudia Martins, destacou que, em cada cinco minutos, pelo menos dez pessoas com deficiência têm os direitos violados em Manaus.

- É muito para uma cidade que tem mais de 300 mil deficientes. O Seminário de Acessibilidade vai contribuir bastante para discutir e criar mecanismos para garantir a qualidade de vida das pessoas, observou.

Cláudia Martins considerou que a criação de novas leis não é o bastante. "A população precisa se adequar para permitir a inclusão das pessoas com deficiência.

- O Brasil, especialmente o Amazonas, é rico em leis de inclusão. É um dos melhores em legislação, mas as leis não são cumpridas, disse, citando como exemplo a violação de diretos o transporte coletivo e a reserva de vagas de trabalho para pessoas com deficiência nas empresas. (JK)

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